A petição "Pelo Regresso do Eléctrico a Braga" já tem 311 assinaturas!
A petição "Pela retificação da EN103 entre Braga e Chaves" tem 127 assinaturas.
Grande movimento bracarense ProjectoBragaTempo. Aparentemente está adormecido, mas nunca é tarde para acordar e reacender a discussão Braga: ontem, hoje e amanhã.
"Ministra prefere recuperação do Teatro Romano". A ministra da Cultura apoia a reconstrução do Teatro Romano de Braga. Agora que existe vontade politica, é preciso dar andamento ao projecto e não o deixar morrer.
"A equipa de atletismo do Sporting de Braga conquistou, o terceiro lugar na Taça dos Clubes Campeões de Estrada, disputada na Rússia. Cláudia Pereira foi a melhor bracarense, classificando-se em sexto lugar."
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Tram
Bordéus
Bordéus é uma cidade francesa com 230 600 habitantes e cerca 996 000 habitantes na sua área metropolitana.

Bordéus, 1995, a cidade encontra-se estrangulada pelo transito rodoviário, o sistema de transporte público de autocarros não responde às necessidades da população. Face a este problema o presidente da câmara, Alain Juppé, inicia o projecto que viria revolucionar a cidade de Bordéus. E oito anos depois, após alguns entraves, é inaugurado o "Tramway de Bordeaux". "A revolutionary fervour has taken possession of Bordeaux" (edição de Dezembro de 2002, Tramways & Urban Transit).

As três linhas do eléctrico cobrem a maioria das principais zonas da cidade e arredores e cruzam-se no centro da cidade. Para evitar os problemas do eléctrico viajar conjuntamente com os transportes rodoviários, foram criadas vias reservadas, nas avenidas ou em vias próprias, para o eléctrico, já no centro dado as ruas serem estreitas, foram cortadas ao transito rodoviário e transformadas em áreas pedonais e vias do eléctrico. Em média a cada oito minutos passa um eléctrico numa dada estação, e diariamente trasnporta cerca de 110 000 passageiros. O eléctrico de Bordéus possui um sistema revolucionário de alimentação, o "Ground-level power supply", que elimina a necessidade dos cabos eléctricos alimentando-se através de uma linha no solo. Esta solução permitiu o eléctrico transitar no centro histórico sem provocar impacto visual. O veiculo em si, além de confortável e prático, é do tipo chão baixo, distanciando do chão cerca trinta centímetros (modelos recentes possuem cerca de 18 cm), o que permite facilmente a entrada/saida fora das plataformas de pessoas com problemas motoras, grávidas e idosos.
Além dos ganhos em eficiência, sem atrasos, e conforto no transporte de passageiros, o eléctrico revitalizou e potenciou as zonas de influência, especialmente o centro, em todas as vertentes, desde o comércio, qualidade de vida, estética da cidade, diminuiu a poluição, aumentou o número de pessoas em transito, turismo, cultura, aumentou a captação de investimentos, criação de postos de trabalho indirectamente, etc.
Este projecto de sucesso está a ser seguido pelas cidades francesas Angers (151 279 habitantes e 270 000 na área metropolitana), Reims (187 206 habitantes e 291 735 na área metropolitana) e Orléans (113 126 habitantes) que também estão a introduzir o eléctrico. Mas não foi apenas o eléctrico de Bordéus a fazer sucesso, nas últimas duas décadas inúmeras cidades médias europeias, e mesmo algumas grandes, estão a adoptar este sistema, e com sucesso garantido. Hannover, Estrasburgo, Antuérpia, Bruxelas, Helsínquia, Nantes, Nice, Rouen, Saint Etienne, Le Havre, Grenoble, Roma, Bilbau, Valência, Alicante, Zagreb, Bonn, Karlsruhe, Bielefeld, Colónia, Estugarda, ... são cidades que se potenciaram ainda mais com a introdução da nova geração de eléctrico.
Bordéus é uma cidade francesa com 230 600 habitantes e cerca 996 000 habitantes na sua área metropolitana.
Bordéus, 1995, a cidade encontra-se estrangulada pelo transito rodoviário, o sistema de transporte público de autocarros não responde às necessidades da população. Face a este problema o presidente da câmara, Alain Juppé, inicia o projecto que viria revolucionar a cidade de Bordéus. E oito anos depois, após alguns entraves, é inaugurado o "Tramway de Bordeaux". "A revolutionary fervour has taken possession of Bordeaux" (edição de Dezembro de 2002, Tramways & Urban Transit).
As três linhas do eléctrico cobrem a maioria das principais zonas da cidade e arredores e cruzam-se no centro da cidade. Para evitar os problemas do eléctrico viajar conjuntamente com os transportes rodoviários, foram criadas vias reservadas, nas avenidas ou em vias próprias, para o eléctrico, já no centro dado as ruas serem estreitas, foram cortadas ao transito rodoviário e transformadas em áreas pedonais e vias do eléctrico. Em média a cada oito minutos passa um eléctrico numa dada estação, e diariamente trasnporta cerca de 110 000 passageiros. O eléctrico de Bordéus possui um sistema revolucionário de alimentação, o "Ground-level power supply", que elimina a necessidade dos cabos eléctricos alimentando-se através de uma linha no solo. Esta solução permitiu o eléctrico transitar no centro histórico sem provocar impacto visual. O veiculo em si, além de confortável e prático, é do tipo chão baixo, distanciando do chão cerca trinta centímetros (modelos recentes possuem cerca de 18 cm), o que permite facilmente a entrada/saida fora das plataformas de pessoas com problemas motoras, grávidas e idosos.
Além dos ganhos em eficiência, sem atrasos, e conforto no transporte de passageiros, o eléctrico revitalizou e potenciou as zonas de influência, especialmente o centro, em todas as vertentes, desde o comércio, qualidade de vida, estética da cidade, diminuiu a poluição, aumentou o número de pessoas em transito, turismo, cultura, aumentou a captação de investimentos, criação de postos de trabalho indirectamente, etc.
Este projecto de sucesso está a ser seguido pelas cidades francesas Angers (151 279 habitantes e 270 000 na área metropolitana), Reims (187 206 habitantes e 291 735 na área metropolitana) e Orléans (113 126 habitantes) que também estão a introduzir o eléctrico. Mas não foi apenas o eléctrico de Bordéus a fazer sucesso, nas últimas duas décadas inúmeras cidades médias europeias, e mesmo algumas grandes, estão a adoptar este sistema, e com sucesso garantido. Hannover, Estrasburgo, Antuérpia, Bruxelas, Helsínquia, Nantes, Nice, Rouen, Saint Etienne, Le Havre, Grenoble, Roma, Bilbau, Valência, Alicante, Zagreb, Bonn, Karlsruhe, Bielefeld, Colónia, Estugarda, ... são cidades que se potenciaram ainda mais com a introdução da nova geração de eléctrico.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Duas associações culturais bracarenses
Bonsai Club Braga
In Home Page.
Só Cenas - Teatro
In Home Page.
São duas jovens associações culturais que prometem enriquecer cada vez mais a cultura bracarense. O Bonsai Club de Braga vai organizar o Concurso Novo Talento Português de Bonsai 2008, o vencedor vai representar Portugal no New Talents Contest organizado pela EBA. O Só Cenas, além de realizar espectáculos, vai ministrar o curso O teatro como meio de comunicação!, indicado para "actores que se queiram “reciclar”, advogados, políticos, e todos que desejam aprimorar a sua capacidade de comunicação e qualidade de vida na convivência social do quotidiano.".
Boa sorte.
Não conhecia!? Então não perca tempo e visite-as!
"O Bonsai Club Braga (BCB) é uma associação de carácter recreativo e cultural com sede no Concelho de Braga e foi constituído a 7 de Julho de 2003.
O BCB tem como objectivo a promoção e divulgação da arte e cultura do Bonsai através da realização de Exposições, Congressos e Concursos a nível local, nacional e internacional, a par da realização de reuniões periódicas dos associados destinadas à aprendizagem e aperfeiçoamento da arte."
In Home Page.
Só Cenas - Teatro
"A associação Só Cenas - Teatro nasceu em Setembro de 2006, quando um grupo de amigos se resolveu juntar para ensaiar uma peça de teatro. Estes dirigiram-se à Junta de Freguesia de S. Victor (Braga) no sentido desta lhes ceder, a título gratuito, um pequeno auditório existente na mesma Junta. Receberam todo o apoio, por parte da Junta, tendo começado a ensaiar a peça "Doente Imaginário" de Molière.
Por falta de compatibilidade dos horários dos vários elementos do grupo e da Junta, este foi obrigado a "desistir" da elaboração da peça. Contudo dois meses mais tarde viriam a terminar a elaboração da peça, com ensaios na Junta e na sede do grupo.
Depois de concluída e apresentada esta peça bem como outras pequenas apresentações teatrais o grupo achou que estava na altura de começar a trabalhar noutros projectos culturais, lúdicos e recreativos, neste sentido constituiu uma associação sem fins lucrativos - Só Cenas – teatro.
A associação pretende apostar não só nos grupos de teatro, mas também na formação. Neste sentido serão desenvolvidas várias acções de formação. Ainda em relação aos grupos a associação criou duas secções: uma secção vocacionada para jovens com mais de 14 anos e outra direccionada a crianças entre os 6 e 14 anos."
In Home Page.
São duas jovens associações culturais que prometem enriquecer cada vez mais a cultura bracarense. O Bonsai Club de Braga vai organizar o Concurso Novo Talento Português de Bonsai 2008, o vencedor vai representar Portugal no New Talents Contest organizado pela EBA. O Só Cenas, além de realizar espectáculos, vai ministrar o curso O teatro como meio de comunicação!, indicado para "actores que se queiram “reciclar”, advogados, políticos, e todos que desejam aprimorar a sua capacidade de comunicação e qualidade de vida na convivência social do quotidiano.".
Boa sorte.
Não conhecia!? Então não perca tempo e visite-as!
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Castelo Dona Chica - Património abandonado

O Castelo da D. Chica, também conhecido como Castelo de Palmeira, Casa da Chica ou Palácio de D. Chica, localiza-se na povoação e Freguesia de Palmeira, Concelho e Distrito de Braga, em Portugal. Trata-se de um edifício apalaçado, de características ecléticas sobre um estilo romântico, projectado pelo Arquitecto Ernesto Korrodi. (in Wikipédia)
Arquitectura civil residencial revivalista. Palácio com conjugação de elementos em estilo revivalista com elementos neogóticos, neorenascentistas e neoclássicos amalgamados. Seguindo o gosto romântico da época, o projecto inacabado do palácio e do jardim, inclui um lago, uma gruta e diversos canais artificiais.
O edifício é constituído por quatro pisos. Desenvolve-se num jogo de volumes muito acentuado e numa enorme diversidade de uso de materiais e linguagens, misturando memórias populares e eruditas. Isolados, os volumes têm uma imagem própria e estabelecem ligações através de algumas pontes (materiais e elementos decorativos). Pela análise dos pormenores construtivos entende-se bem a importância dada à imagem, em detrimento de um método de construção. As janelas são indiferentemente de madeira ou de ferro, ou ainda, executadas com os dois materiais, sendo difícil saber se elas obedecem a um projecto de execução da obra ou se, definida a imagem pelo arquitecto Korrodi, a solução construtiva ficaria a cargo dos diferentes artistas / artesãos. Em contrapartida, as telhas estão "assinadas" pelo projectista. Coloridas de verde fingem a integração na paisagem que todo o resto do edifício recusa.

Cronologia
1915 -Projecto do arquitecto suíço, naturalizado português pelo casamento, Ernest Korrodi e mandado construir por João José Ferreira Rego, casado com a brasileira Francisca Peixoto Rego que mandou vir do Brasil muitas das espécies arbóreas existentes na mata; 1919 - Suspensa a obra, numa altura em que o interior do edifício, se resumia ainda e apenas às suas estruturas fundamentais; Inacabado, orçamentavam, na altura, as obras em 370 contos; 1938 - Vendido por 165 contos a um fidalgo inglês que posteriormente o vendeu por 80 contos ao guarda livros do Conde de Vizela, Alberto Torres de Figueiredo; Francisco Joaquim Alves de Macedo adquiriu o palácio e encetou obras no seu interior, sem qualquer projecto de recuperação, numa tentativa infrutífera de reactivar o ideal dos anteriores proprietários, mas em vão, porquanto, divergências múltiplas surgiram no decorrer dos trabalhos, fundamentalmente com a autarquia local; Destruiu-se o pouco que restava de elementos decorativos interiores principalmente ao nível de cerâmicas (azulejos, tijoleiras e telhas), não restando qualquer vestígio para uma possível reposição dessas peças, algumas, segundo referências das gentes mais velhas, de grande interesse artístico, para além da supressão de toda a madeira, base estruturante de todos os pisos; Séc. 20, segunda metade - Adquirido pela Junta de Freguesia de Palmeira concessiona o imóvel à IPALTUR, Investimentos Turísticos, S.A. através de um contrato de longa duração, renovável; 1992 - Adaptação descrita como transformação num espaço cultural e recreativo, bem como em restaurante e outros serviços de índole social e hoteleira - Proj. do Arqº. Paulo Tonet; Novembro - Joaquim Costa, gestor da IPALTUR, trespassa o palácio à empresa "Veloso - Empreendimentos Turísticos e Residenciais", tendo em vista o pagamento de uma alegada dúvida, o que não foi aceite pelos restantes credores; 1985, 20 Fevereiro - Despacho de classificação, com homologação em IIP; 1993 - Proposto o pedido de falência da IPALTUR, pela Caixa Geral de Depósitos, principal credora desta firma, e destino incerto relativamente à posse da propriedade, por ter sido hipotecada; 1998 - comprado pela Caixa Geral de Depósitos; 2006 - o imóvel encontrava-se à venda. (in Monumentos)
O que é feito deste monumento bracarense?
Se está à venda, porque é que a Câmara Municipal de Braga não o adquire? O espaço pode ser aproveitado para vários fins, excepto os que lhe deram nas últimas décadas. Museu do Romantismo e centro de arte (seria muito mais aprazível que o Carandá) são valências que ali poderiam ser instaladas.
É um exemplar arquitectónico único no nosso concelho, que está abandonado e à mercê dos corvos.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Pelo Regresso do Eléctrico a Braga
O eléctrico é um meio de transporte muito utilizado ao longo do século XX, nas maiores cidades de todo o mundo. O eléctrico faz normalmente percursos turísticos, mas o facto de ter prioridade sobre os demais transportes terrestres leva a que se tenha tornado um meio de transporte rápido, utilizado por largos sectores da sociedade no seu dia a dia.
O eléctrico chegou a Braga em 1914, tendo muita popularidade até aos anos cinquenta. Em 1963, devido à acelerada degradação da qualidade do serviço prestado pelo eléctrico, a Câmara de Braga passa a priveligiar o uso de troleicarros, transporte que será utilizado até 1979. Tanto os troleicarros como o eléctrico circulavam em duas linhas: uma desde o Monte de Arcos até ao Parque da Ponte e outra desde o Elevador do Bom Jesus até à Estação de Caminhos de Ferro.
O eléctrico deixou muita saudade e a Braga do século XXI, moderna e acolhedora, não pode deixar de ponderar seriamente o regresso do eléctrico. A aposta não seria exclusivamente turística, uma vez que o eléctrico seria uma excelente alternativa a algumas das linhas de autocarros da TUB (parte das linhas 2, 7 e 24) e poderia servir, no imediato, a tão desejada e necessária ligação entre a Estação de Caminhos de Ferro e a Universidade do Minho, seguindo depois para o Bom Jesus.
Assim, os subscritores desta petição reclamam o estudo e planeamento do regresso urgente do eléctrico à cidade de Braga, favorecendo a mobilidade interna da cidade e tornando-a turisticamente mais apelativa.
The Pelo Regresso do Eléctrico a Braga Petition to Câmara Municipal de Braga was created by Blog Avenida Central and written by Pedro Morgado (pedroluismorgado@gmail.com).
Que o eléctrico volte à cidade.
PETIÇÃO
domingo, 2 de setembro de 2007
Grandes Médicos bracarenses para o nome do novo Hospital de Braga
Francisco Sanches
In Wikipédia.
Elísio de Moura
In Wikipédia.
Papa João XXI ou Pedro Hispano
(Não nasceu em Braga, mas foi arcebispo de Braga)
In Wikipédia.
Qual destes médicos deverá o novo hospital homenagear (atribuindo o nome ao hospital)? Na minha opinião, o nome do novo hospital deverá ser de um médico bracarense. Não tem lógica atribuir ao hospital nomes de poetas, militares, políticos, entre outros. É a melhor homenagem que a cidade poderia oferecer ao(s) seu(s) "filho(s)" prodígio(s).
O Papa João XXI, ou Pedro Hispano, foi arcebispo em Braga por apenas dois anos e o seu nome já se encontra atribuido ao hospital de Matosinhos. Não penso que será solução.
Elísio de Moura e Francisco Sanches são bracarenses de gema, apesar de nunca terem exercido a sua profissão em Braga, e marcaram a medicina da sua época.
Hospital Elísio de Moura ou Hospital Francisco Sanches?
Aceitam-se mais ideias.
Francisco Sanches (1550-1622) Médico, filósofo e matemático.
Nasceu no território pertencente à diocese de Braga, judeu convertido foi em 1550 baptizado na Igreja de São João do Souto, da mesma cidade, em 25 de Julho de 1551.
Com 12 anos saiu de Portugal e foi para Bordéus, onde se matriculou e frequentou o famoso colégio de Guiana, que era um foco intenso de renovação intelectual, em que influíam o Renascimento italiano e o reformismo religioso.
Em 1569 saiu de Bordéus para a Itália. Seguiu ali estudos de medicina, aprendendo a investigar em cadáveres. Mais tarde, de novo em França, prosseguiu essa prática no hospital de Toulouse, onde foi director dos serviços médicos durante mais de trinta anos.
Em 1573 matriculou-se na Faculdade de Medicina de Montpellier e, dois anos depois, fixou residência em Toulouse, onde permaneceu até ao fim da vida, ensinando medicina, tendo sido considerado nesta universidade um dos mestres mais ilustres. Como homenagem póstuma foi colocado o seu retrato num dos ângulos da sala dos Actos e lá permanece. Também Braga não o esqueceu, levantando-lhe uma estátua e dando o seu nome a uma escola.
Além de médico foi também um eminente filósofo: contestou a filosofia de Aristóteles e o pretenso saber da escolástica, mostrando o falível do testemunho dos sentidos, denunciando a ineficácia dos métodos tradicionais e tentou definir o seu próprio ideal de conhecimento. A sua obra principal saiu na I edição (Lyon, 1581), com o título "Quod nihil scitur" (Que nada se sabe), mas a II edição (Frankfurt, 1518), trouxe o título mais condicente com o seu pensamento: "De multum nobili et prima universali scientia quod nihil scitur".
Além deste e de muitos outros trabalhos filosóficos, que constituem a magnífica "Opera médica".
In Wikipédia.
Elísio de Moura
Elísio de Azevedo e Moura (Braga, 30 de Agosto de 1877 — 18 de Junho de 1977) foi um médico psiquiatra português e primeiro bastonário da Ordem dos Médicos.
Elísio de Moura notabilizou-se no ensino e investigação da Psiquiatria e Neurologia, tendo contribuído, no início da República, para a manutenção do ensino da Medicina na Universidade de Coimbra, que estava em risco de passar para as novas universidades de Lisboa e Porto.
Elísio de Moura era filho de José Alves de Moura, um bacharel formado em Teologia, professor e, mais tarde, Reitor do Liceu de Braga e de Dona Emília da Costa Pereira de Azevedo e Moura. Foi o quarto de dez filhos deste casal, tendo sido o único que seguiu Medicina.
Ao longo da sua vida escolar Elísio de Moura distinguiu-se sempre pela precocidade e brilho. A 15 de Outubro de 1892, apenas com quinze anos de idade, inscreveu-se na Universidade de Coimbra, como aluno de Matemática e Filosofia. A 10 de Julho de 1895, obteve o grau de Bacharel em Filosofia.
Inscreveu-se então na Faculdade de Medicina, frequentando o Curso de Medicina de 1895 a 1901. A 1 de Março de 1901 fez acto de licenciatura. Aprovado com distinção, é nomeado, em 1902, professor substituto da Faculdade de Medicina de Coimbra.
Mais tarde, como professor catedrático, rege as cadeiras de Patologia Interna, Propedêutica Médica, Obstetrícia e Pediatria. Terá sido a regência das cadeiras de Patologia Interna e de Clínica Médica que motivou Elísio de Moura para o estudo de Neurologia e Psiquiatria.
Em 1907, consegue, graças à sua notoriedade, dar início em Portugal ao ensino de Neurologia e Psiquiatria, na Universidade de Coimbra.
A par da investigação e do ensino, o médico dedicou também parte do seu tempo à fundação e direcção daquela que é hoje conhecida como Casa da Infância Dr Elísio de Moura em Coimbra.
Em 1939, os colegas elegeram-no para primeiro bastonário da Ordem dos Médicos.
In Wikipédia.
Papa João XXI ou Pedro Hispano
(Não nasceu em Braga, mas foi arcebispo de Braga)
João XXI nascido Pedro Julião mais conhecido como Pedro Hispano, (1215 – 20 de Maio de 1277) foi papa entre 20 de Setembro de 1276, até à data da sua morte, tendo sido também um famoso médico, professor e matemático português do Século XIII.
Pedro Julião nasceu em Lisboa no ano de 1215, filho do médico Julião Rebelo e de Teresa Gil.
Começou os seus estudos na escola episcopal da catedral de Lisboa, tendo mais tarde entrado na Universidade de Paris (alguns historiadores afirmam que terá sido na Universidade de Montpellier) onde estudou medicina e teologia, dedicando especial atenção a palestras de dialética, lógica e sobretudo a física e metafísica de Aristóteles.
Entre 1245 e 1250 ensinou medicina na Universidade de Siena, onde escreveu algumas obras, de entre as quais se destaca as Summulæ Logicales que foi o manual de referência sobre lógica aristotélica durante mais de trezentos anos, nas universidades europeias.
Em 1272 foi nomeado arcebispo da secular cidade de Braga e de toda a sua área de influência, sucedendo a D. Martinho Geraldes. Exerceu o cargo até 1274, altura em que foi nomeado cardeal-bispo da diocese suburbicária de Frascati. Nessa situação participou do conclave que, após a morte do Papa Adriano V, a 18 de Agosto de 1276, o elegeu Papa a 13 de Setembro, sendo coroado no dia 20 de Setembro.
Faleceu a 20 de Maio de 1277, após ter ficado gravemente ferido num desastre na Catedral de Viterbo, cujas obras acompanhava. Ficou ali sepultado até aos dias de hoje.
Em Março de 2000, por um especial empenho do Presidente da Câmara de Lisboa, João Soares, foi-lhe concedido um lugar mais honroso dentro da catedral, sendo então trasladado para a nave central.
In Wikipédia.
Qual destes médicos deverá o novo hospital homenagear (atribuindo o nome ao hospital)? Na minha opinião, o nome do novo hospital deverá ser de um médico bracarense. Não tem lógica atribuir ao hospital nomes de poetas, militares, políticos, entre outros. É a melhor homenagem que a cidade poderia oferecer ao(s) seu(s) "filho(s)" prodígio(s).
O Papa João XXI, ou Pedro Hispano, foi arcebispo em Braga por apenas dois anos e o seu nome já se encontra atribuido ao hospital de Matosinhos. Não penso que será solução.
Elísio de Moura e Francisco Sanches são bracarenses de gema, apesar de nunca terem exercido a sua profissão em Braga, e marcaram a medicina da sua época.
Hospital Elísio de Moura ou Hospital Francisco Sanches?
Aceitam-se mais ideias.
sábado, 1 de setembro de 2007
Pela retificação da EN103 entre Braga e Chaves
Ao Senhor
Primeiro-ministro de Portugal
Os habitantes da região de Barroso e do vale do Cavado (Municípios de Chaves, Boticas, Montalegre, Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso e Terras de Bouro), com uma área superior a 1.750.000 Km2 e afastados da Rede Rodoviária do Norte, com excepção dos dois primeiros, lutam desesperadamente contra uma acelerada desertificação.
Braga é o centro das suas economias, local preferencial do escoamento dos seus produtos.
A estrada principal que liga esta vasta região a Braga e ao Porto é a EN n.º 103, via muito sinuosa, sem faixas de lentos e com o trânsito de muitos camiões.
É, pois, imperiosa e urgente a sua rectificação, como condição essencial do desenvolvimento económico desta Região, que tanto contribui para o País com as suas seis barragens e parques eólicos e que quase nada recebe em troca dele.
Assim, os abaixo assinados apelam ao dinamismo de Vossa Excelência para repor alguma justiça a estas terras tão desprezadas ao longo dos séculos pelo poder central.
The Pela retificação da EN103 entre Braga e Chaves Petition to Primeiro Ministro de Portugal was created by and written by Custódio Montes (josealves@sapo.pt).
PETIÇÃO
Subscrever:
Mensagens (Atom)